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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Capítulo 61 - Coisas Inerentes


Desembarcamos por volta das dez da manhã, por morar no interior de São Paulo, o aeroporto mais perto que tinha era o de Campinas. Pegamos um táxi e pedimos para o motorista nos levar em um hotel bom, barato, que estivesse perto de festas típicas do estado e que fosse perto de uma praia. Bom, isso era o que a gente queria para nós, curtir Pernambuco a cada canto que fosse e ficar por uns três dias por lá. O Victor foi à frente com o motorista e eu no banco de trás com duas mochilas, já que as nossas malas estavam no porta-malas do carro. No que procurávamos um hotel, o Marcelo, quer era o motorista do táxi mostrava as belezas do estado para nós. Até que achamos uma, bom achamos não, o hotel que o Marcelo que achou por que era de um amigo dele, já que é de amigo... o preço saiu mais barato na diária. Ele nos entregou um cartão com o número do celular dele para que a gente ligasse no que a gente precisar.

O quarto acho que era duas vezes maior do que o nosso lá do interior e o Victor já estava com fogo,por de trás de mim,ele cochichou no meu ouvido, para o moço que nos mostrava o quarto não ouvir : - Tem bastante espaço pra gente se divertir.

Só olhei pra ele e dei risada. Depois de mostrar o quarto para nós, acompanhamos o moço até a porta, ele pegou as nossas malas que estavam pelo lado de fora e nos entregou. Depois de fechar a porta, o Victor me prensou nela, já fazendo cara de safado, olhei pra ele e disse:

- Já está com fogo em? – Ele apenas riu da minha cara.

- Você vai ver o fogo de noite. – Falou ele no meu ouvido. Eu sabia que ele gostava da coisa, mas não pra tanto também. Depois se aproximou de mim e me deu um beijo, não um simples beijo, mas “O BEIJO” mesmo, ele colou o seu corpo junto ao meu e com a mão na minha cintura, começou a levantar a minha blusa. Apenas parei de beijá-lo.

- Você disse que ia ser a noite, não disse?

- É que perto de você, eu não consigo ser Santo. – Falou olhando inteira para mim. Meu corpo havia mudado nos nossos tempos de namoro, comecei a fazer academia, não por causa dele, mas por mim mesma. Ele começou a fazer também, o Victor já tinha um pouco de músculos naturais, mas quando começou a fazer academia, ganhou mais massa, mas não ficou que nem aqueles homens todos os fortões e tal ele ficou com um corpo tipo, galã de novela.

- Então você nunca foi Santo pelo visto.

- Com você eu nunca vou ser. – Falou mordendo os lábios.

Demos outro beijo intenso, depois trocamos de roupa para ir a praia. Era perto do hotel, fomos a pé mesmo. Usava uma canga por baixo do biquíni e a parte de cima “a mostra”, já o Victor com a baby-look branca famosa dele e de cueca Box vermelha, ah, ver ele daquela forma me deixava louca.

Curtimos a praia até as quatorze e meia da tarde, até  que bateu a fome. Nós dois estávamos acostumados a comer tarde, por causa dos shows acabarem nas madrugadas e acordar tarde também. Almoçamos no restaurante do hotel, comidas típicas, e voltamos para o nosso quarto. Ficamos conversando com os nossos familiares pelo celular, assistimos TV; Na hora do almoço, ficamos sabendo que haveria uma festa de rua duas quadras depois do hotel onde a gente estava. Combinamos em ir nesta festa.

Já era a noite quando estávamos nos arrumando para ir, coloquei uma roupa leve e o Victor também. Era uma diversão quando chegamos lá, todo mundo alegre, sorrindo, feliz com comida, bebia e muito beijo na boca, bom, é o que falam sempre do pessoal do nordeste, que tem um fogo que não tem ninguém que segura. Estávamos dançando, beijando muito e curtindo bastante a nossa Lua de Mel, no meio de tudo isso, veio uma repórter cercando nós dois.

- Com licença, vimos que vocês dois são casados e estamos fazendo uma matéria sobre os casais já casados que curtem esses tipos de festas, vocês falam sobre o que relacionado isso? – Perguntou diretamente para mim.

- Eu acho o que vale no casamento é a confiança de cada um. Se eu casei com ele é por que eu confio muito. – Falei como se pra mim eu soubesse a muito tempo disso.

- Está certo e você? – Perguntou para o Victor.

- Eu concordo com ela, a confiança e o amor que um sente pelo outro tem que vir primeiro,por que não se escolhe o amor, o amor vem pra gente na hora certa e o que vier depois é só conseqüência. Por que o casamento em si, não é o grande barato.

- O que é então? – Ela fez uma cara de confusa na hora. Eu já estava acostumada com isso, cinco anos de convivência com o Victor, já sabia o que ele aprontava e o que ele queria dizer.

- As coisas inerentes. – Caímos todos os três na risada, mas que a repórter ficou um pouco sem graça, ela ficou.

- Vocês estão quanto tempo casados?

 - Faz sete dias hoje. – Falei pra repórter – Estamos curtindo a nossa Lua de Mel aqui, chegamos hoje.

- Olha só, felicidades ao casal e curtem bastante a Lua de Mel de vocês. Obrigada viu, tchau.

- Obrigado, tchau. – Falamos juntos.

Nem nisso o Victor era quieto. Curtimos mais um pouco a curtir a festa, quando resolvemos ir embora. Entramos no quarto, joguei a minha bolsinha na cama e comecei a tirar o meu sapato. O Victor havia ido ao banheiro. Fui até a mala guardar o sapato, quando o Victor me deu AQUELA pegada por de trás de mim. Assustei-me um pouco, mas havia gostado ao mesmo tempo, me virei para ele e me agarrou novamente.

- Acho que você não via à hora disso chegar não é ?  - Falei com cara de safada.

- Não mesmo.

E me beijou. Agarrou-me pelos meus cabelos e me agarrava pela cintura. Ele me jogou na cama, o Victor estava mais selvagem do que já era, parecia um leão indomável morrendo de fome. Beijando-me pelo pescoço e alisando a minha cintura, eu já estava sentindo o prazer. Comecei a tirar a sua camisa e logo depois, comecei arranhar as suas costas. O bom é que ele gostava de massagens nas costas, quando era mais nova, minha mãe tinha lá suas dores e era eu que fazia as massagens para ela. Ela me dizia que eu tinha uma mão boa pra massagem, o Victor dizia a mesma coisa. Depois de estar só com as minhas roupas íntimas, eu que “domei” ele, fiquei por de cima dele e comecei a beijar o seu corpo e com a mão comecei a tirar calça. Foi assim até ficarmos completamente nus e começarmos a fazer a festa.

 (...) 

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