Desembarcamos por volta das dez da manhã, por
morar no interior de São Paulo, o aeroporto mais perto que tinha era o de
Campinas. Pegamos um táxi e pedimos para o motorista nos levar em um hotel bom,
barato, que estivesse perto de festas típicas do estado e que fosse perto de
uma praia. Bom, isso era o que a gente queria para nós, curtir Pernambuco a
cada canto que fosse e ficar por uns três dias por lá. O Victor foi à frente
com o motorista e eu no banco de trás com duas mochilas, já que as nossas malas
estavam no porta-malas do carro. No que procurávamos um hotel, o Marcelo, quer
era o motorista do táxi mostrava as belezas do estado para nós. Até que achamos
uma, bom achamos não, o hotel que o Marcelo que achou por que era de um amigo
dele, já que é de amigo... o preço saiu mais barato na diária. Ele nos entregou
um cartão com o número do celular dele para que a gente ligasse no que a gente
precisar.
O quarto acho que era duas vezes maior do que o
nosso lá do interior e o Victor já estava com fogo,por de trás de mim,ele
cochichou no meu ouvido, para o moço que nos mostrava o quarto não ouvir : -
Tem bastante espaço pra gente se divertir.
Só olhei pra ele e dei risada. Depois de
mostrar o quarto para nós, acompanhamos o moço até a porta, ele pegou as nossas
malas que estavam pelo lado de fora e nos entregou. Depois de fechar a porta, o
Victor me prensou nela, já fazendo cara de safado, olhei pra ele e disse:
- Já está com fogo em? – Ele apenas riu da
minha cara.
- Você vai ver o fogo de noite. – Falou ele no
meu ouvido. Eu sabia que ele gostava da coisa, mas não pra tanto também. Depois
se aproximou de mim e me deu um beijo, não um simples beijo, mas “O BEIJO”
mesmo, ele colou o seu corpo junto ao meu e com a mão na minha cintura, começou
a levantar a minha blusa. Apenas parei de beijá-lo.
- Você disse que ia ser a noite, não disse?
- É que perto de você, eu não consigo ser
Santo. – Falou olhando inteira para mim. Meu corpo havia mudado nos nossos
tempos de namoro, comecei a fazer academia, não por causa dele, mas por mim
mesma. Ele começou a fazer também, o Victor já tinha um pouco de músculos
naturais, mas quando começou a fazer academia, ganhou mais massa, mas não ficou
que nem aqueles homens todos os fortões e tal ele ficou com um corpo tipo, galã
de novela.
- Então você nunca foi Santo pelo visto.
- Com você eu nunca vou ser. – Falou mordendo
os lábios.
Demos outro beijo intenso, depois trocamos de
roupa para ir a praia. Era perto do hotel, fomos a pé mesmo. Usava uma canga
por baixo do biquíni e a parte de cima “a mostra”, já o Victor com a baby-look
branca famosa dele e de cueca Box vermelha, ah, ver ele daquela forma me
deixava louca.
Curtimos a praia até as quatorze e meia da
tarde, até que bateu a fome. Nós dois
estávamos acostumados a comer tarde, por causa dos shows acabarem nas
madrugadas e acordar tarde também. Almoçamos no restaurante do hotel, comidas
típicas, e voltamos para o nosso quarto. Ficamos conversando com os nossos
familiares pelo celular, assistimos TV; Na hora do almoço, ficamos sabendo que
haveria uma festa de rua duas quadras depois do hotel onde a gente estava. Combinamos
em ir nesta festa.
Já era a noite quando estávamos nos arrumando
para ir, coloquei uma roupa leve e o Victor também. Era uma diversão quando
chegamos lá, todo mundo alegre, sorrindo, feliz com comida, bebia e muito beijo
na boca, bom, é o que falam sempre do pessoal do nordeste, que tem um fogo que
não tem ninguém que segura. Estávamos dançando, beijando muito e curtindo
bastante a nossa Lua de Mel, no meio de tudo isso, veio uma repórter cercando
nós dois.
- Com licença, vimos que vocês dois são casados
e estamos fazendo uma matéria sobre os casais já casados que curtem esses tipos
de festas, vocês falam sobre o que relacionado isso? – Perguntou diretamente
para mim.
- Eu acho o que vale no casamento é a confiança
de cada um. Se eu casei com ele é por que eu confio muito. – Falei como se pra
mim eu soubesse a muito tempo disso.
- Está certo e você? – Perguntou para o Victor.
- Eu concordo com ela, a confiança e o amor que
um sente pelo outro tem que vir primeiro,por que não se escolhe o amor, o amor
vem pra gente na hora certa e o que vier depois é só conseqüência. Por que o
casamento em si, não é o grande barato.
- O que é então? – Ela fez uma cara de confusa
na hora. Eu já estava acostumada com isso, cinco anos de convivência com o
Victor, já sabia o que ele aprontava e o que ele queria dizer.
- As coisas inerentes. – Caímos todos os três
na risada, mas que a repórter ficou um pouco sem graça, ela ficou.
- Vocês estão quanto tempo casados?
- Faz
sete dias hoje. – Falei pra repórter – Estamos curtindo a nossa Lua de Mel
aqui, chegamos hoje.
- Olha só, felicidades ao casal e curtem
bastante a Lua de Mel de vocês. Obrigada viu, tchau.
- Obrigado, tchau. – Falamos juntos.
Nem nisso o Victor era quieto. Curtimos mais um
pouco a curtir a festa, quando resolvemos ir embora. Entramos no quarto, joguei
a minha bolsinha na cama e comecei a tirar o meu sapato. O Victor havia ido ao
banheiro. Fui até a mala guardar o sapato, quando o Victor me deu AQUELA pegada
por de trás de mim. Assustei-me um pouco, mas havia gostado ao mesmo tempo, me
virei para ele e me agarrou novamente.
- Acho que você não via à hora disso chegar não
é ? - Falei com cara de safada.
- Não mesmo.
E me beijou. Agarrou-me pelos meus cabelos e me
agarrava pela cintura. Ele me jogou na cama, o Victor estava mais selvagem do
que já era, parecia um leão indomável morrendo de fome. Beijando-me pelo
pescoço e alisando a minha cintura, eu já estava sentindo o prazer. Comecei a
tirar a sua camisa e logo depois, comecei arranhar as suas costas. O bom é que
ele gostava de massagens nas costas, quando era mais nova, minha mãe tinha lá
suas dores e era eu que fazia as massagens para ela. Ela me dizia que eu tinha
uma mão boa pra massagem, o Victor dizia a mesma coisa. Depois de estar só com
as minhas roupas íntimas, eu que “domei” ele, fiquei por de cima dele e comecei
a beijar o seu corpo e com a mão comecei a tirar calça. Foi assim até ficarmos
completamente nus e começarmos a fazer a festa.
(...)
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