Para eu ficar mais feliz fiquei sabendo que a Flor já era
mãe. Ela tinha dado quatro filhotes lindos.
Ficamos conversando mais um pouco com a Mayara e fomos pra casa da minha
mãe. Ela havia se mudado pra antiga casa que eu morava, pois a família que estava
morando lá, não estava pagando direito o aluguel e a imobiliária pediu para que
procurassem outra moradia. Quem recebia o dinheiro era a minha mãe. Ela tinha
me falado isso que havia se mudando, na ultima vez que a gente se falou.
Chegando lá, foi uma surpresa para a minha mãe, ela me
abraçou bem forte em me ver que eu estava bem. Nós duas falávamos poucas vezes
também. Nisso, o meu pai chegou do serviço abraçado com o Victor todo feliz. O
abracei também. Conversamos sobre os três anos que ficamos lá e também falamos
que a nossa vinda pra cá foi por causa do casamento que a gente iria marcar.
Minha mãe ficou um pouco assustada com isso, sei que nós dois estávamos namorando
quatro anos e casar logo assim? Mas não importava, eu amava o Victor, e ninguém
me impediria de fazer isso, mas ela disse que eu já era dona do meu nariz e se
o que a gente estava fazendo estava bem pra nós dois, estava bem pra ela.
Verdade, eu tinha vinte e cinco anos e me virava muito bem e o Victor tinha
vinte e oito e era muito resolvido no que fazia. Mas enfim, ela aceitou.
Ficamos mais um pouco lá, e resolvemos ir embora pra arrumar apartamento pros
músicos da banda.
Não era só pra eles, pra nós também. Decidimos morar com
eles também. E ficou da mesma forma que aconteceu em São Paulo, até nas moradias, o Marcos era nosso vizinho
novamente. Sei lá, mas parecia
perseguição isso. Eu e o Victor fomos até uma igreja ver a data do nosso
casório. Quando chegamos lá, o Victor preferiu rezar primeiro; o Victor não
demonstrava, mas ele era muito religioso.
Depois fomos conversar com o Padre, ficamos lá uns vinte minutos e depois fomos embora. Já era quase de noite e voltamos para o nosso apartamento. Foi um pouco difícil escolher a data, mas, escolhemos bem. Dia 18/10 era a data.
(...)
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