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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Capítulo 53 - Casa Cheia

E os dias se passaram, o pessoal todo da banda, eu e a Tati entregava folhetos fazendo propaganda deles. E por falar em banda, o baterista havia saído, violões, acordeon, contra-baixo e duas vozes eram também lindas, ele não quis dizer o motivo, mas saiu.
Eu trabalhava muito tirando foto deles, por eles morarem em apartamento, algumas pessoas sabiam que eles cantavam na noite no barzinho do seu Raimundo, então, quando via eles na rua, eu tinha que fotografa-los.
A Paula e a Dona Marisa vieram com o Matheus e o Antonio para São Paulo pra passar alguns dias conosco e também para que as crianças matassem a saudade da Tati e do Leo. Elas ficaram poucos dias lá, mas a Paula trouxe os folhetos para a gente divulgar para as pessoas.
Dias se passaram, bom, meses também. Todos divulgavam o show dos meninos, a gente passava quase o dia inteiro entregando folhetos pras pessoas na rua e em bares que tinham possibilidades de ter artistas tocando por lá. Os meninos também entregavam, não tinha vergonha de se disfarçarem.
Alguns dias se passaram, e várias pessoas ligavam para os meninos pedindo shows nos barzinhos e botecos que tinham. As vezes quando cantavam, tinha várias pessoas por lá. Todos aplaudiam eles. Era uma mistura de música e ritimos que todos gostavam, que pediam um "bis" para cantar novamente.
Um dia normal como todos dos outros, eles foram convidados para tocar em um bar, mas não era um simples bar, era AQUELE bar. Muito chique mesmo. E fomos para lá e quando chegamos, tinha uma fila enorme de pessoas esperando o bar abrir. Era grande o local, levamos os equipamentos para dentro; no que a gente arrumava,  o dono do bar veio pra falar conosco.
- Essa fila toda é sempre assim pra entrar no bar ? - Perguntei. Como sou curiosa, não pôde passar dispercebido. Como o bar era grande e bastante conhecido na região, fiquei impressionada com a "multidão"
- Não, apesar do local ser famoso aqui, Graças a Deus, nunca teve este público grande. Eles vieram para ver o show deles. - Apontando para os meninos, o dono do bar falou todo feliz.
O Leo olhou pro Victor e o Victor pro Leo, eles pararam de arrumar as caixas de som e um deu um sorriso para o outro.
Agradeci o dono e fui ao encontro deles, abaixei para falar com eles, mas num disse nada, só pelo brilho dos olhos de cada um dizia tudo. Ajudei eles com as coisas.
De repente, a porta do bar se abre, aquela "população" entrando no bar e enchendo o local,  me deixou um pouco orgulhosa pelo nossos esforços para fazer o sucesso deles serem reconhecidos.
A casa lotada e tinha gente lá pra fora querendo entrar, mas não tinha nenhum espaço.
Dei um beijo de boa sorte no Victor e um abraço do Leo, e fui fazer a minha parte, fotografar os melhores momentos.
Todos amavam cada vez que os meninos cantavam músicas do passado e riam muito com as graças que o Victor fazia.
Todos queriam tirar fotos com eles, não estava previsto isso em nossos planos na noite, mas os meninos aceitaram numa boa. Fizeram um sorteio pro máximo trinta e cinco pessoas tirarem fotos com eles e eu dizia que estaria no site deles depois. Eu passava o endereço do site pra todos depois q eu fotografava.
Acabou o show, jantamos e o bono do bar pagou os meninos, foi o cachê mais alto que eles haviam recebido.
Voltamos para o apartamento, voltamos em uma van que o Seu Raimundo arrumou pra gente. Ele era tão bondoso que tinha festo este favor pra gente.
(...)

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