Depois de ligar para o Leo, o Victor se levantou e jogou o
celular em cima da cama, ficou na porta do banheiro apoiando o braço no batente
da porta e de cabeça baixa. Vi aquela cena dele todo triste, só me levantei e
fui abraçá-lo. Abracei ele por de trás.
- Vai ficar tudo bem, as coisas vão se resolver com o tempo.
– Falei para ele encostando a minha cabeça em suas costas.
- Não é por mim que estou assim, é pelo Leo. Cara, três
meses enganando ele e ele batalhando tentando sustentar a mulher e dois filhos.
Não me conformo. – Depois de suas palavras, fiquei na frente dele, pedi que ele
olhasse em meus olhos e fazia carinhos em seu rosto.
- O Leo vai superar essa fase, a Tati está lá pra ajudar ele
neste momento. Vai ficar tudo bem. Tome um banho, vai se sentir melhor.
- Virou psicóloga agora é ? Rsrs. – Me dando um beijo logo
depois.
- Aprendi com a sua irmã. – Pisquei para ele.
Fiquei vendo as fotos do show que havia tirado, mas logo parei
vendo a aliança que o Victor havia colocado em meu dedo. Só queria ver a reação
dos meus familiares e amigos em saber que eu estava noiva, não que eles não
aceitavam o meu namoro com o Victor, mas sim achar que isso é muito cedo pra
nós dois. Muita gente dizia que eu e ele éramos feitos um para o outro, que
éramos um casal perfeito, e por ai ia. Eu achava sim que eu e ele combinávamos
muito, eu aprendia coisas com ele e ele a mim, mas pra mim isso chegaria ao
ponto que os comentários das pessoas acharem muito cedo pra gente casar, iria
me afetar, mas deixei de lado. O Victor sempre dizia pra esquecer o que as
pessoas falavam a respeito a mim, porque
isso não iria mudar a minha vida, então fiz isso, a partir dali eu iria ignorar
os comentários sobre quem acharia que era muito cedo para gente casar.
O Victor saiu do banho e já foi me agradecendo por eu ter
mandando ele ter feito aquilo, por que fez um bem pra ele . Depois foi eu.
Tomei para tirar o cansaço que estava em mim. Sai do banheiro, o Victor já
estava dormindo. Fiquei olhando pra ele um bom tempo, finalmente fui dormir,
deitei lentamente na cama para não acordá-lo.
Quando acordei os raios de sol batiam em meu rosto, parecia
que eu só tinha acabado de fechar os olhos.
O Victor estava me abraçando, a mão direita dele estava sobre a minha, fiquei vendo as nossas alianças e pensei comigo: - Poxa cara, eu vou casar.
O Victor estava me abraçando, a mão direita dele estava sobre a minha, fiquei vendo as nossas alianças e pensei comigo: - Poxa cara, eu vou casar.
Já se passava das dez da manhã, quando tocou a campainha do
quarto. Levantei-me cuidadosamente para não acordar o Victor, e fui ver quem
era. Era o serviço de quarto, trazendo o café. O Victor acordou com a voz do
moço que trouxe, ele falava um pouco alto. Até emburrado o Victor era lindo.
Dei um beijo de bom dia e comecei a rir da cara dele.
Tomamos o café, trocamos de roupa e saímos do quarto, no que
a gente saiu, o Marcos estava fechando a porta de seu quarto também. Fomos para
a recepção, o Marcos foi procurar um dos integrantes da banda, nisso o Leo
apareceu com a Tati. Nos cumprimentamos e o Leo convidou o Victor para sair pra
eles conversarem sobre o futuro deles. Os dois saíram e eu convidei a Tati pra ir no
meu quarto por que eu iria passar as fotos do show pra Paula postar no site
deles.
Enviei as fotos e nós duas ficamos conversando um pouco,
quando o Victor mandou uma mensagem no meu celular dizendo que era pra gente
encontrar ele na pracinha que tinha perto do apartamento.
Fui com a Tati até lá, quando chegamos estavam o pessoal da
banda estavam lá também.
- Gente, já que está todo mundo aqui, eu e o Leo viemos dizer o que a gente pensou em fazer. Bem, decidimos que daqui pra frente, quem vai arrumar shows pra nós vai ser eu e o Leo. Se vierem alguém falar com vocês, vendo que são músicos ou trabalham como fotógrafos, falando que está precisando de alguém para tocar em algum lugar, primeiramente nós temos que ver o local se vai ser adequado para nossos equipamentos e aí sim aceitaremos fazer o show. Conversei com a irmã nossa, e ela disse que vai fazer propagandas nossas em folhetos para distribuirmos para as pessoas. Ela que teve esta idéia.
Já vou dizendo que isso não são regras, mas é a maneira mais fácil para não acontecer novamente. – Falou o Victor. Parecia aquelas pessoas que vão em locais para dar palestras.
- Gente, já que está todo mundo aqui, eu e o Leo viemos dizer o que a gente pensou em fazer. Bem, decidimos que daqui pra frente, quem vai arrumar shows pra nós vai ser eu e o Leo. Se vierem alguém falar com vocês, vendo que são músicos ou trabalham como fotógrafos, falando que está precisando de alguém para tocar em algum lugar, primeiramente nós temos que ver o local se vai ser adequado para nossos equipamentos e aí sim aceitaremos fazer o show. Conversei com a irmã nossa, e ela disse que vai fazer propagandas nossas em folhetos para distribuirmos para as pessoas. Ela que teve esta idéia.
Já vou dizendo que isso não são regras, mas é a maneira mais fácil para não acontecer novamente. – Falou o Victor. Parecia aquelas pessoas que vão em locais para dar palestras.
Todos aceitaram e assim seria daqui pra frente.
(...)
Nenhum comentário:
Postar um comentário