A enfermeira sorriu em ver o Victor se recuperando.
- Vou chamar o doutor.
Eu fiquei ali no quarto com ele, segurando mais ainda a mão dele.O
Médico veio e disse que gostaria de ver os movimentos que o Victor estava
fazendo e ele fez novamente.
- Olha, nós vamos tirar os equipamentos respiratórios dele pra ver
como que vai ficar ele daqui pra frente. Depois que ele se recuperar todo,
vamos fazer uma operação para a retirada da bala.
- Ok doutor, muito obrigada.
Quando eu via o médico e a enfermeira tirando os equipamentos
do Victor, a minha esperança de ver ele livre de tudo e curado completamente,
estava aumentando.Depois de retirarem tudo, a enfermeira veio curar novamente o
curativo do Victor, onde estava a bala, ao mesmo tempo, eu ficava fazendo "cafuné"
no cabelo dele, em seu rosto e principalmente nas mãos, na qual, onde era o
local que a gente se comunicava mais.
Depois, puxei a cadeira ao lado do Victor e dormi segurando a mão
dele.
Amanheceu o dia, acordei de mãos dadas com ele e logo em seguida já
veio uma enfermeira trazendo café pra mim e uma outra para trocar o soro. Tomei
café e logo em seguida liguei para a mãe dele.
A Dona Marisa ficou super feliz com a notícia e já disse que logo
logo estaria lá.
Alguns minutos se passaram e ela veio com a Paula e o Leo
também para visitá-lo.
Os cumprimentei e falei com o Victor segurando na mão dele:
- Victor, sua mãe e seus irmãos vieram te ver.
Ele apertou a minha mão e fez carinho nela também. Mal vendo isso,
a sogra já veio em lágrimas.
- Filho, é a sua mãe que está falando com você, estou muito
feliz que você esteja se recuperando, e principalmente nessa
"rapidez". - Disse, com a mão sobre a dele.
A Paula e o Leo estavam do outro lado, depois da mãe dele dizer,
eu disse no ouvido dele e os dois estavam do lado direito dele, nisso o Victor
mexeu a outra mão, querendo "falar" com eles.Os dois colocaram a mão
sobre a dele e disseram palavras para levantar a auto-estima dele.
(...)
Nenhum comentário:
Postar um comentário