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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Capítulo 36 - Desespero

O Victor já ficou sério olhando pra ele.
- Victor, esquece o Ernani.
Ele não havia esquecido.
Resolvemos ir na casa da minha mãe pra contar a novidade e depois iríamos na praia.
Chegando lá, estava só ela na casa, meu padrasto estava trabalhando. Almoçamos lá.
Na verdade, o Victor queria pedir a permissão do meu padrasto, para que eu pudesse me casar, mas como ele não era o meu pai verdadeiro, ele resolveu pedir pra minha mãe.
No meio do almoço ele diz:
- Dona Creuza, a senhora já deve ter sabido muito de mim através da Letícia e a senhora também sabe que eu amo ela muito mesmo - pegando na minha mão - ela é a mulher mais especial que Deus já me deu na vida e espero viver com ela até o meu ultimo suspiro.
Pra senhora pode até ser muito cedo, mas eu quero casar com a sua filha, me permite ?
Ouvindo tudo aquilo que ele disse, acabei emocionada. Minha mãe ficava sempre feliz toda vez que eu falava dele pra ela.
- Você o ama Letícia - Disse minha mãe.
- Ele é o homem mais especial que eu tenho, minha vida depende dele. O amo muito.
- Que vocês dois sejam felizes.
O Victor só faltava sair pela casa pulando de tanta felicidade.
- Obrigado.
Foi só isso que ele disse e me beijou também .
Depois do almoço, o Victor parecia que queria demonstrar que ele servia para "dono de casa". Ele fez questão de lavar a louça do almoço.
- Ele é sempre assim ? - disse minha mãe.
- Ah, só quando ele não está bem da cabeça kkk.
Nós duas estávamos no sofá vendo TV.
Depois disso, ficamos mais um pouco lá e fomos embora pra praia.
Voltamos para a casa dele  e fomos de carro pra lá.
Chegando lá, o Victor estaciona o carro.
Quando estávamos saindo, um homem, usando capuz apontou a arma para o Victor.
Saí correndo para salvar o Victor.
- Fica parada aí ou ele morre.
- Quem disse que você manda em mim.
Saí e fiquei na frente do Victor como escudo.
- Pode me matar, mas deixa ele em paz.
O Bandido puxou o gatilho, ele tomou distância e deu o primeiro tiro.
Me pegou de raspão no braço, caí no chão.
No que eu estava caida, só escutei outro tiro e vi o Victor caindo no chão ao meu lado com a mão na cintura.
O Bandido fugiu, ele era muito familiar para mim.
Me arrastei até o Victor e fiquei em cima dele pedindo ajuda ao mesmo tempo.
(...)

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